7 tendências em inteligência de mercado para adotar agora

28 set 2016

Um dos grandes desafios de gestores empresariais é acompanhar o ritmo das mudanças e tendências dos setores envolvidos em sua atividade produtiva. O maior deles está relacionado ao ambiente tecnológico.

Desde a interface de uma plataforma até os detalhes de marketing, tudo está ligado à tecnologia. Nesse cenário, a galinha dos ovos de ouro é a inteligência de mercado, processo de usar ferramentas tecnológicas para fazer análises e extrair valor dos dados, potencializando o negócio.

Entre as tendências de inteligência de mercado, há cada vez maior demanda para melhorar a qualidade das análises, de forma que os dados possam responder a questões complexas. Confira:

1. Armazenamento e integração de dados

Atualmente, os dados das empresas são armazenados de forma descentralizada, o que é incompatível com a necessidade de responder rapidamente selecionando e trabalhando dados. Por isso, a integração de informação é um novo ponto focal da inteligência de mercado.

A exploração dos dados tem duas novas vertentes, uma integração que permita ágeis combinações e um armazenamento fácil e escalonável, que o mercado já começou a utilizar, por meio da nuvem. Ferramentas que ajudam a utilizar os dados da web devem potencializá-la.

2. Personalização

Como cada empresa demanda uma funcionalidade específica, a personalização é fundamental. No caso das ferramentas, isso significa flexibilidade e autonomia no fluxo da análise de dados. A dinamicidade é característica das novas gerações que entram no mercado e, por isso, a demanda será por ferramentas cada vez mais únicas.

A complexidade das análises leva as organizações a demandarem plataformas que permitam fazer uso de estatísticas, perguntas, retomar o fluxo de análises e navegar livremente conforme suas necessidades.

3. Análise visual

Traduzir os dados em informações é o maior desafio das equipes. Os dados precisam dizer alguma coisa, e a mensagem deve variar conforme o receptor. A visualização das informações é fundamental para que os dados tenham utilidade no dia a dia prático dos ambientes profissionais.

É importante, portanto, buscar uma visão crítica da plotagem de dados, para deixar de repetir padrões e passar a produzir algo consumível em cada ambiente.

4. Autoatendimento

O autoatendimento pode otimizar as operações de relacionamento com o cliente e gerar uma fonte quase inesgotável de análise de dados, já que ela é centralizada e padronizada. Uma das necessidades do autoatendimento é o estabelecimento de um potente Centro de Excelência, que desempenha um papel fundamental na implementação da cultura de dados.

Ele pode promover capacitação, diálogos online e treinamento personalizado para, em suma, ser a espinha dorsal do fluxo de trabalho, envolvendo o fluxo de dados da inteligência de mercado.

5. Tempo real

No passado, toda ação de marketing envolvia uma longa e extensa pesquisa de mercado, mas hoje os mecanismos de coletas de dados estão muito à frente das metodologias mais tradicionais. Eles buscam dados em tempo real e isso é imprescindível.

As redes sociais são um mecanismo quase infinito de dados. As mesmas pessoas que interagem no Facebook são consumidores em potencial. Essas mídias se tornaram, portanto, mais do que um canal de comunicação, mas uma fonte de informação sobre os comportamentos e tendências do público.

6. Internet móvel e das coisas

A tendência que provavelmente mais cresceu ao longo de 2015 foi a mobile first. Ao invés de ser interface de uma ferramenta, a aplicação mobile passa a ser o produto tradicional de inteligência de mercado.

A facilidade de trabalhar com dados a partir de qualquer lugar é uma das tendências que se ajusta perfeitamente à dinâmica das mudanças do tempo atual. Ao mesmo tempo, a internet das coisas ganhou terreno, o que abre muitas possibilidades em função dos dados gerados ininterruptamente, que são transmitidos de qualquer lugar para qualquer lugar.

7. Revoluções tecnológicas

É preciso estar muito atento às inovações e revoluções. Novas funcionalidades e gadgets que eram difíceis de imaginar há alguns anos já fazem parte do dia a dia dos consumidores e são fontes de dados importantes, como os dispositivos vestíveis (wearables), a biometria e plataforma de big data.

No Brasil, já existem empresas que oferecem esse tipo de solução, possibilitando uma inteligência de mercado fora do comum e ao alcance de todos.

Armindo Gabriel Sgorlon
CEO
SGA Tecnologia Inteligente

 

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