Empresas conscientes de seus riscos, trabalham para “nunca” acionarem uma apólice de seguro

10 maio 2017

 

 seguros

 

O mundo mudou e os seguros também!

Como se não bastasse os problemas políticos e econômicos que enfrentamos, a natureza decidiu que era hora dela também entrar no jogo. De 2002 para cá o planeta foi chacoalhado por tsunamis, terremotos, vulcões, nevascas, granizo, tempestades tropicais, furacões, vendavais, tornados, ciclones, tempestades de verão, tempestades de inverno, raios, enchentes, deslizamentos de terra, passíveis de causar dano ao ser humano, às empresas e à sociedade.

Uma parcela significativa dos prejuízos decorrentes destes acontecimentos é absorvida todos os anos pelas companhias seguradoras através de indenizações milionárias e também os proprietários de bens através de perda de vendas, paralisação de seus negócios, franquia e insuficiência de coberturas.

Os efeitos destes acontecimentos traduzem-se consequentemente em aumento dos prêmios de seguros, majoração das franquias e restrição de coberturas.

Minas Gerais possui uma particularidade!

É um dos estados que mais registra ocorrências de raios.

Especialmente no período chuvoso, a  incidência de descargas atmosféricas, pode colocar em risco a segurança das pessoas, das empresas e interromper o fornecimento de energia elétrica e dos processos produtivos.

Não se pode evitar o impacto de uma descarga atmosférica sobre uma instalação, mas pode-se discipliná-lo no trajeto de sua queda. Essa é a função do para-raios e seus componentes, por exemplo. Existem, também, diversos outros dispositivos de proteção contra surtos elétricos.

Um dos maiores transtornos em sinistros residenciais e empresariais são os danos aos equipamentos eletroeletrônicos causados por surtos na rede elétrica: sobretenções, transitórias geradas principalmente por raios, liga/desliga de máquinas e manobras de rede são algumas das causas mais comuns para os danos em seu patrimônio.

  • O nível de perdas para uma organização dependerá exclusivamente do nível de proteções contra os riscos inerentes à sua real exposição.
  • A gravidade dos danos, obviamente, será proporcional à falha ou inexistência de proteções.

Daí a importância do Gerenciamento de Riscos de uma organização!

Identificar, avaliar, tratar e controlar RISCOS, são atividades que constituem o processo do Gerenciamento de Riscos.

A gerência de riscos é a ferramenta fundamental para viabilizar a elaboração e implantação de um programa de prevenção de perdas, cuja eficácia tem como suporte o controle dos riscos.

Esta é a melhor maneira de mitigar riscos, evitar perdas, evitar prejuízos e despesas consideráveis.

Ao tratar de gerenciar seus riscos, as empresas estão assegurando longevidade, qualidade de seus produtos e fornecedores, além de adição de valor para seus acionistas e clientes.

Cabe ao profissional de seguro assessorar as empresas na transferência de seus riscos na forma de contratação de seguros – avaliando junto ao mercado segurador as melhores condições de coberturas, limites, franquias e preços.

 

Sérgio Frade,
Diretor- Presidente
Solutions Gestão de Seguros

 

 

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *