Fazer o que em 2016 ?????

2016

 

Que 2016 será difícil eu, você e todos no planeta sabem disso. Jornais, sites, blogs, veículos de comunicação só tratam desse tema.

O que não se ouve falar é que será também um ano para não ser jogado fora.

Anos bons, de crescimento, são maravilhosos, geram muitas oportunidades, mas não permitem grandes mudanças. Explico: Se a sua empresa está crescendo, ganhando mercado, conseguindo gerar lucro, reputação, valor de marca … por que mesmo você mudaria o rumo das coisas e colocaria em risco os resultados positivos? Dificilmente você ou eu faríamos isso, mesmo que soubéssemos de uma premente necessidade de ajustes, inovação ou mudança de rota. Para essas situações quase sempre vale a máxima: em time que está ganhando não se mexe.

No entanto, se o ano é previsivelmente ruim, se as oportunidades se mostram escassas e se a única meta possível é manter-se vivo então, temos nas mãos uma oportunidade: a possibilidade ou, melhor, o imperativo da mudança. Mudança é, em essência, a chave da sobrevivência.

Pensando na conexão entre a gestão estratégica do seu negócio e a gestão estratégica das pessoas que participam desse negócio essa é, sem dúvida, a hora de fazer ajustes – quantitativos sim, mas não somente. O momento exige uma reavaliação cuidadosa dos principais desafios que a sua empresa enfrentará para se manter viva em 2016 e, principalmente uma avaliação detalhada a respeito dos profissionais a quem estão confiados esses desafios. São profissionais preparados para a complexidade que precisarão enfrentar? O preparo se traduz no campo técnico e também no campo pessoal?

Perante um ambiente de total incerteza a única coisa realmente previsível é que nos comportamos de maneira totalmente diferente do que faríamos em situações de controle. Existem profissionais que mediante uma “onda gigantesca” morrem por entrarem em pânico e existem os que matam a empresa de pânico. Existem profissionais que a despeito de toda a competência e preparo, mediante uma incerteza aguda, deixam que o emocional e a baixa estima falem mais alto se imobilizando e imobilizando a empresa em suas próprias questões. Existem profissionais que confundem velocidade com agilidade e levam a empresa, com rapidez, para a direção errada. Existem ainda profissionais que consomem o seu próprio tempo e todo o tempo dos naquilo que não é essencial e relevante para a sobrevivência.

Enfim, são inúmeras as possibilidades de, em momentos muito difíceis, o preparo, a capacitação e a competência sucumbirem mediante o descontrole emocional, a falta de domínio próprio e ao “surto” que, infelizmente, fica a cada dia mais comum.

Não tenham duvida: a relação entre o tamanho do desafio e a capacidade de vencê-lo será a equação que fará com que eu, você e sua empresa não desperdicemos o ano de 2016. O ano será difícil, sem dúvida, mas muitos saberão usá-lo para se fortalecerem e esses engolirão os que não sobreviverem ou que estejam muito fracos para continuar na luta pela sobrevivência, crescimento e perpetuidade.

Que venha 2016 e que Deus nos abençoe!

Lívia de Souza Sant’ana
Mestre em Administração de Empresas

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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