É preciso mudar para perpetuar

 

mudar

Tenho, ao longo de minha história, vivido e vivenciado várias crises e, em todas elas, foi necessário fazer uma “desruption”, mudando de rumo e estratégias, forjando táticas agressivas e executando-as em clima de guerra.

Com o engajamento da alta direção em busca de soluções, empunhávamos na maioria das vezes as mesmas armas de outros momentos, copiando assim fórmulas que deram certo. Conseguíamos assim sobreviver  às crises.

Mas tudo mudou e, na minha visão bastante crítica, aquelas fórmulas podem já não valer mais. Estamos empregando as mesmas armas e atitudes do passado em um momento completamente diferente daqueles de outras crises, o que seguramente não vai levar ao sucesso.

A crise de agora é diferente, pois traz no seu bojo uma PERDA DE CREDIBILIDADE  que está transformando o País da alegria , dos festejos , do carnaval , dos rios abundantes , do povo hospitaleiro e honesto em um PAÍS DA CORRUPÇÃO PROFISSIONAL E ESTRATEGICAMENTE  administrado por um bando.

Outras crises tinham começo e um fim anunciado. As saídas dependiam muito mais da alta direção das empresas, que fazia as mudanças acadêmicas, em pouco tempo inventava algo um pouco diferente e a crise se transformava em oportunidade. O “barco seguia”.

O momento agora é outro.  Temos de estimular o engajamento dos colaboradores. Com o comprometimento de todos, empregados e a alta gestão podem traçar e executar os planos. Criar eventos com fornecedores, com prestadores de serviços, na filosofia de que “JUNTOS SOMOS MUITO MAIS “.

Em síntese, correr com quem está correndo e não perder energia puxando quem está parado. Eliminar os “mais ou menos” e manter os bons. O ruins, certamente, já estarão fora.  E cuidar para que os “mais ou menos” virem bons, sem correr o risco de deixa-los, silenciosamente, tirar a energia e o valor dos nossos negócios. Se não for possível torna-los bons, de forma humanista substitui-los por profissionais de qualidade que em tempos de crise costumam estar disponíveis.

Estes momentos são propícios para despertar grandes oportunidades.

Zanone Campos
zanonecampos@gmail.com

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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