A busca da Realização

 

realização

Realização!

Esta é uma máxima almejada por todo ser humano. É um sentido de propósito, de ter cumprido com seu papel para si mesmo, para sua família e para a sociedade, no tempo que lhe foi atribuido e com a excelência que foi desejada.

Realizar traz dignidade, liberta, faz com que o ser sinta-se útil e produtivo, proporciona perspectiva de vida.

Poucos nascem com, e desenvolvem, tal senso de propósito e objetivo, em peak performance, de forma a realizarem muito, permitindo-se serem ajudados pelos diversos contextos de seu ambiente.

Estes não desperdiçam oportunidade, não perdem o foco de seu objetivo, não desprezam as relações e, principalmente, nunca perdem tempo.

Tudo que realizam tem a marca da excelência, tanto em obras quanto em pessoas, tanto em estrutura quanto em relacionamentos. Possuem uma percepção de mundo mais ampla, uma visão mais aguçada, uma ação mais estratégica, valorizam o pragmático sem desprezar o subjetivo/intuitivo, e também o secular, sem deprezar o espiritual.

São líderes por excelência. Em sua concepção de mundo, liderar os que esperam ser liderados, é o que se espera de qualquer liderança. A excelência está em se liderar outros líderes e ser por eles reconhecido.

Muitos dos que não pertencem a este grupo, reconhecem clara e plenamente o valor da realização em alto nível, e a atuação destes “peak performers”; entretanto, não obstante ansiarem também por ela, não são capazes de alcançá-la, por diversos fatores, pois não conseguem o mesmo foco, o mesmo senso de propósito, a mesma formação, a mesma riqueza de perspectiva e nem a mesma amplitude de percepção de mundo.

Não deixam de ser líderes, em diferentes níveis, dando aos liderados senso de propósito, um objetivo a alcançar e posicionando-os no contexto adequado, porém, encontram-se em escalas posteriores daqueles, como se atuassem como replicadores.

A grande maioria da sociedade, porém, não possui de fato a visão da realização, apesar de terem o anseio por ela. Possuem o instinto realizador, mas de forma arcaica, não estruturada, sem perspectiva adequada de mundo, sem compreensão de causa e efeito.

Necessitam da liderança dos anteriores, de sua força, clareza, propósito, energia e condução.

Quando norteados, produzem em abundância e alguns, até mesmo com excelência. São fazedores capazes de perceber a clarividência dos realizadores de alto nível e, por isto, se engajam no cumprimento destas realizações, pois querem delas participar.

No final, a diversidade de níveis de realização é o que faz o mundo andar, as coisas acontecerem, o conhecimento se aprimorar, as instituições caminharem e a sociedade prosperar.

 

Anuar S. Mattar   

CEO

Konos  Human Achievement

www.konos.com.br

anuar.mattar@gmail.com

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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