COMO INVESTIR NA SUA BOLSA DE VALORES

Estar sempre em alta nos investimentos dos nossos ativos é o melhor dos mundos. Já avaliou se esta cotação dependesse de você independente de pandemias provocadas pelo COVID-19 (Coronavírus), de negociações internacionais, oscilações nacionais, ou seja, de guerras de poder e posicionamentos, de queda ou alta do dólar?

O melhor dos investimentos é e sempre será em você. Competências alinhadas às necessidades de mercado, competitividade, sempre no foco dos headhunters!!! Saúde!

Hoje é pouco provável encontrar alguém no mundo empresarial e, até mesmo, em processos de Assessment que desconheça o que é e quais são as habilidades comportamentais Softs Skills.

As habilidades técnicas, advindas da formação acadêmica e de alguns conhecimentos adquiridos pela experiência profissional, cada vez mais serão insuficientes para promover o espaço no mercado de trabalho no mundo 4.0. Você precisará, também, trabalhar e adquirir em seu arsenal, as habilidades comportamentais que sempre foram importantes, mas que agora são imprescindíveis. 

Para percebermos como as mudanças neste quesito são velozes, observe: a referência destas informações são oriundas do Institute for Business Value (IBV) da International Business Machines Corporatio (IBM). Em 2016, indicou em seu relatório que a capacidade de se comunicar efetivamente em um contexto de negócios e recursos técnicos, a CTEM- (Ciência Tecnologia Engenharia e Matemática), indicou que a Engenharia e a Matemática seriam as duas principais capacidades que os profissionais precisavam possuir e/ou adquirir.

Em 2018, as habilidades mais procuradas foram “Gerenciamento de tempo e Capacidade de priorizar” e “Disposição para ser flexível, ágil e adaptável às mudanças”.

Recentemente, em 2019, as competências eleitas foram “Gerenciamento de tempo e capacidade de priorizar” e “Disposição para ser flexível, ágil e adaptável às mudanças”.

Também, em 2019, os estudos realizados pelo mesmo Instituto, revelou que 7,2 milhões de profissionais brasileiros precisavam adquirir novas competências de ordem comportamental.

O que chama a atenção neste relatório não é apenas o fato de milhões de trabalhadores brasileiros precisarem atualizar suas habilidades, e sim que, em apenas dois anos, as habilidades críticas mudaram consideravelmente.

Reportando a um Artigo que escrevi em 05/02/2019 – “Competências: A arte de não ser apenas mais um” (https://www.linkedin.com/pulse/compet%C3%AAncias-arte-de-n%C3%A3o-ser-apenas-mais-um-efigenia-vieira/), embasado na pesquisa realizada pelo Linkedin e na jornada de mais de 20 anos da Upside Group no mercado de Executive Search e Advisory, pode-se determinar quais são as habilidades que as empresas mais precisam e irão buscar nos próximos anos.

As vedetes da vez, e que marcam espaço por um período bem maior, são as competências Soft Skills.

Soft Skills: Criatividade, Persuasão, Colaboração, Gestão do Tempo e a mais conhecida a partir de Darwin, a Capacidade de Adaptação. As competências interpessoais também compõem as soft skills que são “macias” de aprender e estão diretamente ligadas às aptidões pessoais.

Observem que tais competências são encontradas na Inteligência Emocional e as considero, há anos, como Competências Duráveis. São amplamente usadas nos projetos de headhunting da Upside onde ressalta-se, também, a Empatia, Resiliência, Autoconsciência, Relações Interpessoais, Propósito, Acessibilidade, Visão e Gestão de Time, entre outras.

Pela minha prática percebo e sugiro aos executivos e especialistas, adquirirem várias competências dentro do Soft Skills, que são competências “leves “e que proporcionarão maior trânsito, espaço e preparo. A porta de entrada em qualquer empresa são as soft skills e, a sua permanência, o conhecimento nas competências hard skills que são competências técnicas mais “duras”. Vejam no Artigo citado acima.

Atentem-se, entretanto, que muitas competência hard skill já tramitam com vigor e, também, pertencem às soft skills como Raciocínio Analítico (respostas a partir de fatos e dados), Gestão de Pessoas (do líder de controle ao líder formador de outros líderes, o que não deve ser novidade para profissionais de alto desempenho), Tradução (linguagem única), Construção de Conteúdos (a demanda cresce à medida em que o streaming de vídeo representa cerca de 70% do tráfego da internet).

Neste cenário, a única saída para os profissionais se manterem relevantes, é atuar onde os robôs (ainda) não conseguem. Por isso, é fundamental você̂ desenvolver suas características humanas.

Quem confirma essa previsão é Gijs van Delft, CEO da Page Group Brasil. No evento “The Future of Work”, que aconteceu dia 29 de agosto em São Paulo:“Em meio à ameaça da automação, temos que ser ‘o mais humano possível’”.

Isto me faz lembrar do Inventário MBTI (Myers-Briggs Type Indicator) da terceira preferência, a afetividade. Para ser mais exata o “feeling”, preterido no passado recente em muitas decisões, onde imperava o raciocínio lógico. A razão sobrepunha a emoção. Naturalmente que em tudo impera o equilíbrio.

“A Quarta Revolução será́ “sobre pessoas”. Grandes corporações e países estão seguindo essa tendência. Vamos nos desenvolver e nos tornar especialista em “humanologia”

Ressalto que o Japão lançou seu projeto “Sociedade 5.0”, onde todas as tecnologias estarão voltadas ao bem-estar das pessoas.

Associado a todos os elementos, torna-se vital adquirir um conhecimento mais detalhado e profundo de si mesmo, como você tem de sua área de atuação. Conhecer sobre você trará benefícios não somente para sua carreira, mas para sua saúde.

Reunindo Tudo:

A nova chamada é reinventar e humanizar.

Para se tornar cada vez mais integrado, feliz e procurado pelos Headhunters, atendendo às necessidades empresariais, não há, naturalmente, como incorporar muitas destas competências de uma vez.

Focalize em um ou dois traços e, com cada melhoria incremental, você ficará mais competitivo.

Efigênia Wend – CEO Upside Group

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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