Conservação de floresta nativa: o novo produto do mercado financeiro

O ano de 2020 tem sido intenso, de todos os pontos de vista. A ameaça de uma iminente ruptura econômica global tem ocupado as pautas de governantes e de empresários, e afeta também o ambiente doméstico. Como planejar para o futuro? Um futuro, qualquer que seja. Vários são aqueles que tentam buscar uma esperança, um fio condutor que conduza em tempos que parecem tão sombrios e incertos.

Enquanto mercados financeiros e de capitais flutuam, indústrias e comércio se preocupam com o dia de amanhã, a resposta, pela enésima vez na História, vem do campo. O setor rural é muitas vezes ignorado por representar cerca de 1/5 do PIB Nacional e ser mais discreto em comparação com o setor de serviços e o de indústria, por exemplo. No entanto, ele é a base e o sustentáculo de todos os demais. É aquele o setor que põe comida na mesa do cidadão e produz as matérias-primas de suas roupas, por exemplo. Em uma sociedade cada vez mais digital, é o campo que produz os insumos que possibilitam que as máquinas produzam e o comércio abra. É das áreas preservadas de mata nativa que vem a água que corre em nossos rios e o patrimônio biológico e genético que possibilita o desenvolvimento de remédios e vacinas.

O Programa Tesouro Verde contém a solução para resolver estes problemas em diversas frentes, de uma forma integrada, eficaz e transparente. Os produtores rurais são tratados como guardiães do ambiente natural, uma espécie de fiel depositário de um conjunto de ativos que beneficiam toda a sociedade e a economia. O empresariado e a sociedade civil adquirem o Crédito de Floresta de modo a saldar o impacto gerado por suas atividades de rotina e remuneram os produtores rurais – os depositários que mencionamos – de diferentes regiões e biomas, o que garante a diversidade biológica e a interação positiva entre as diferentes regiões e para isso recebem benefícios e vantagens financeiras por pertencerem a este sistema. As diferentes esferas governamentais participam de duas maneiras: a primeira, gerando créditos em seus parques e áreas de preservação, gerando novas fontes de receita para o município ou estado; a segunda é regulando esta rede de relações e fiscalizando a transparência do processo, incrementando assim a demanda e o apetite do mercado por estes ativos ambientais.

Esta é a chave para uma nova economia, que surge no momento de maior incerteza global.  Momentos de crise são os momentos que guardam as maiores oportunidades. É preciso mergulhar para encontrar pérolas. Nesta nova economia, o agronegócio participa como parceiro das indústrias, dos serviços e da sociedade. O grande negócio do agro é este: proteger a natureza como quem guarda um verdadeiro tesouro, utilizando com parcimônia e garantindo a capacidade produtiva do futuro.

Conheça a solução do Programa Tesouro Verde. Consulte seus representantes municipais e estaduais sobre a adesão da sua região a este novo e sólido modelo. Conservar é produzir. Produzir, é crescer.

www.plataformatesouroverde.com.br

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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