ESG ou RESG. O que vem por aí?

No momento estamos em meio a dois macro-temas que ocorrem globalmente. Esses tópicos representam a crescente conscientização de socialmente responsáveis ​​(hoje conhecida como Governança Ambiental, Social e Corporativa – ESG) que influenciam os investimentos e a Quarta Revolução Industrial (4IR). Este 4IR pode fornecer descobertas de engenharia emergentes nessas áreas de informação artificial (IA), robótica, esta internet das coisas (IoT), veículos independentes (AV), impressão 3-D, nanotecnologia, biotecnologia, ciência dos materiais, armazenamento de energia e computação quântica.

O que está mudando na convergência da produção de valor e ESG? O que requer melhorias e qual poderia ser o resultado, caso essas empresas não encontrassem melhorias? Quais são as implicações para sua economia? Como elas vão reagir se tiverem que mudar? A resposta é que precisamos repensar nossa abordagem. Precisamos repensar nossa abordagem porque é a única maneira de chegar lá. É a única maneira de alcançarmos o desenvolvimento sustentável.

Mas, primeiro, deixe-me explicar o que quero dizer com sustentabilidade. Sustentabilidade é um termo usado para descrever a capacidade de uma organização ou negócio de atingir seus objetivos ambientais, sociais e econômicos. Regeneração significa restaurar ou melhorar o meio ambiente para prevenir problemas futuros.

A regeneração consiste em restaurar os recursos naturais que constituem o nosso planeta. Trata-se de restaurar e integrar os ecossistemas que sustentam a vida na terra com o ser humano. A regeneração é sobre a criação de novas oportunidades para pessoas e empresas usarem seus recursos de forma responsável.

E então qual é a diferença entre sustentabilidade e regeneração? A definição de sustentabilidade é: a capacidade de sustentar ou melhorar o bem-estar humano por meio de mudanças econômicas, políticas, sociais, ambientais e tecnológicas. Sustentabilidade significa melhorar a qualidade de vida das pessoas e comunidades, reduzindo o desperdício, a poluição e outros impactos negativos. Regeneração é criar um mundo mais do que sustentável. Precisamos ser capazes de criar novas formas de viver e trabalhar que recuperem e regenerem o meio ambiente. Precisamos ser capazes de restaurar os ecossistemas que sustentam a vida na Terra.

Na sustentabilidade, você é responsável por suas próprias ações. Você não precisa ser responsável pelas ações de outras pessoas. Não importa se você é agricultor, engenheiro ou mesmo cientista. Sustentabilidade significa garantir que todos vivamos em um ambiente saudável e seguro. Regeneração é criar novas oportunidades para contribuirmos positivamente com o Planeta.

Temos aqui dois assuntos para discutir para sermos cada vez mais claros: 1. A importância do ESG “real” e 2. A importância de parar de discutir sobre a redução das emissões de carbono e iniciar o processo de regeneração.

Vamos começar com o primeiro ponto: o que é real? A definição de real é algo que pode ser medido. Ou seja, medindo a quantidade de dióxido de carbono produzida por estilos de vida ou por processos industriais e corporativos. Portanto, o verdadeiro ESG deve ser a governança para reduzir o impacto ambiental REAL de um estilo de vida ou de uma empresa e seus processos de negócios para atingir as metas de sustentabilidade. Nesse quesito, a empresa pode reduzir até o nível zero de emissão de carbono (desde que atue com total transparência). De qualquer forma, o processo de redução é da soma negativa para a soma zero. Isso significa que você está reduzindo o trabalho perde-perde. É como se você não estivesse fazendo nada por causa disso.

Aí chegamos ao segundo ponto que mencionei acima. Mais importante do que reduzir é regenerar. Significa que essa mesma empresa não deve apenas reduzir, mas “dar crédito” ao meio ambiente. E aqui posso começar a discussão principal do “Real ESG”: a compensação ambiental!

Qual é a diferença entre Compensação Ambiental e Compensação de Carbono? É muito simples: a Compensação de Carbono trata da redução das emissões de carbono, enquanto a Compensação Ambiental trata da regeneração do meio ambiente que você e sua empresa estão prejudicando ou deixando de causar danos via ESG. Aqui está a verdadeira soma positiva. A Compensação Ambiental é o verdadeiro ganha-ganha para as pessoas e para o mundo.

Precisamos mudar nosso pensamento sobre ESG. O problema com o ESG é que ele realmente não existe. Isso porque não é uma medida objetiva de sustentabilidade. A única coisa que pode ser medida é a Compensação Ambiental. Nesse quesito, você pode facilmente calcular quanto meio ambiente você tem que compensar ANTES de realmente impactá-lo para que a Governança trabalhe sua empresa para ficar a “crédito” com o Meio Ambiente. Pense nisso!

Oderli Feriani, Chairman e CEO do Fundo de Investimentos ForestAu Green, que está lançando o cripto ativo Tupan. www.tupan.io

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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