Foco no cliente gera lucro ou despesas?

Pesquisa da McKinsey, multinacional que atua em consultoria de gestão, que avaliou cinco anos dos resultados financeiros de 300 empresas globais listadas na Bolsa de Valores, concluiu que as que priorizam o foco no clientes e o ajuste constante dos processos, tiveram 32% mais faturamento e 56% mais lucro que as concorrentes.

Uma das empresas avaliadas foi o Spotify, serviço de streaming de música e vídeo, que para maximizar o foco no cliente usa “esquadrões” para combater a burocracia na troca de ideias.

Cada esquadrão conta com profissionais de formações distintas, que se reúnem por tempo limitado, para resolver um problema específico.

Lançado em outubro de 2008, o Spotify entrou em 2019 com 204 milhões de usuários em 61 países e uma avaliação de mercado de US$ 22 bilhões.

A conclusão da pesquisa é que “ter produtos e serviços bem avaliados pelos clientes impacta positivamente o desempenho financeiro da empresa.”, afirma Fabrício Dore, Sócio Diretor da McKinsey no Brasil e autor da pesquisa.

E na sua empresa, o foco no cliente é considerado despesa ou gerador de lucro?

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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