Gestão de Riscos Corporativos: Visão Holística

 

 gestão de riscos

As empresas devem estar comprometidas com seus clientes, acionistas, parceiros comerciais e com a sociedade em que atuam, focando esforços em reduzir os riscos existentes e/ou os que possam se manifestar no futuro e também na maximização das oportunidades de negócio.

Para tanto, é necessário conhecer os riscos que as afetam e seus impactos sobre os seus negócios. Ponto importante é não ter uma visão só pelo lado financeiro, mas sim possuir uma visão abrangente e holística de todo o processo.

Os riscos permeiam todos os níveis das atividades do negócio e, se não forem gerenciados adequadamente, poderão resultar em perdas financeiras, deterioração da imagem e reputação ou desencadear uma crise.

Tivemos recentemente os exemplos da Petrobrás, Volkswagen e por último o grande desastre de Mariana, em Minas Gerais, com a ruptura da barragem de rejeitos da mineradora Samarco. Todos estes três exemplos citados, nenhum puramente financeiro, mas todos com consequências gravíssimas na imagem e logicamente em suas ações e respectiva credibilidade e impacto financeiro.

A grande pergunta que podemos fazer é porque a gestão de riscos ainda caminha de forma tão desintegrada?
As estruturas, tanto das empresas como do governo, estão preparadas e de prontidão para eventual resposta? Estão prontos para agirem de forma integrada?

O gerenciamento de riscos tem se tornado um assunto de suma importância para os gestores empresariais, uma vez que a conscientização da necessidade de administração os riscos potenciais e reais, é, hoje, uma questão de competitividade e sobrevivência.

Para que seja eficaz, o gerenciamento de riscos deve fazer parte da cultura da  empresa e deve estar inserido em sua filosofia, nas práticas e nos processos de negócio.

A alta gestão, diretoria executiva e o respectivo Conselho de Administração, devem ser os grandes incentivadores da prática da gestão de riscos, além de cobrarem da média gestão a sua operacionalização através de indicadores.

O gerenciamento de riscos, sob este enfoque, contribui para o fortalecimento e a eficácia da corporação, na medida que proporciona mecanismos de alocação de recursos para o seu emprego mais eficiente e eficaz, atingindo de forma direta a efetividade.

Podemos então afirmar que, a função do gerenciamento de riscos é entregar à alta Administração a Inteligência em Riscos, ou seja a interpretação das informações, os riscos considerados mais críticos, a interconectividade entre os riscos.

Desta forma a Inteligência em Riscos integra soluções e indicadores, fornecendo para os decisores a visão holística de seus riscos.

 

Antônio Celso Ribeiro Brasiliano
Presidente da Brasiliano & Associados
abrasiliano@brasiliano.com.br

http://www.sicurezzaeditora.com.br/gestao-e-analise-de-riscos-corporativos—metodo-brasiliano-avancado/

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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