Modelo de Negócios e Resultados # 3: continuando  a implantação  

 

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Os Modelos de Negócios e Resultados – MNR – , quando bem implantados e utilizados no dia-a-dia, contribuem para capitalizar as sinergias, apontar às entropias e adequar as estratégias, com os processos e as operações, permitindo que as pessoas deem o melhor da sua contribuição para gerar os resultados que estejam em sintonia com os diferentes cenários, que garantirão a sustentabilidade das organizações.

Na sequencia do Sistema de Inteligência (artigo #2) que contempla quatro componentes básicos, como: o Painel de Bordo; as Estatísticas Setoriais e do Mercado de Atuação; a Análise Competitiva, e; os Estudos de Cenários, a implantação do MNR deve dirigir sua atenção para a GDE – Gestão do Desenvolvimento Empresarial.

Neste aspecto, devem-se contemplar alguns pontos essenciais:

  • A Estrutura Organizacional, que deixe claro os papéis de cada um, para os resultados específicos, e o entrosamento orgânico de todos, para os resultados globais.
  • A Estrutura Empresarial, que envolve as relações com as empresas coligadas, controladas e os parceiros de negócios.
  • O Modelo de Negócios, que esteja em sintonia com o marco legal, regulatório e, sobretudo, com as tendências globais para os produtos, serviços, tecnologias, mercados e clientes.
  • O Acordo Societário, que traga estabilidade para a organização, mediante as definições essenciais dos sócios sobre suas expectativas e a forma de se relacionarem no contexto da gestão e da propriedade dos negócios.
  • O Planejamento Sucessório, que confirme a estabilidade para a organização, com as definições de regras claras para a participação de familiares e de profissionais na condução dos negócios.
  • A Governança Corporativa, que na observância dos seus princípios, reforce a confiança no dia-a-dia, para dentro e para fora da organização.
  • A Estrutura Financeira, que compatibilize no curto, médio e longo prazo as fontes e usos de recursos, quanto ao prazo, forma de organização jurídica, controle societário, rentabilidade e risco, entre outros fatores, fundamentais para que qualquer organização se mantenha viva.
  • Os Novos Negócios, que permitam a organização inovar, em todos os aspectos, na medida certa, para ser contemporânea.

Qualquer descuido, nestes tópicos, poderá ser fatal.

Necessário esclarecer que a Gestão do Desenvolvimento Empresarial é uma evolução permanente e um exercício de maturidade da organização.

Heles Soares Júnior
Presidente
Gestão Estratégica de Resultados
helesjr@gmail.com

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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