Os desafios do novo normal para organizações e lideranças

A mais grave pandemia do século fez desaparecer o mundo que conhecíamos antes. Transformou as formas de a gente se relacionar, de fazer negócios, de comprar, de vender, enfim, de ser e estar no mundo. Nos trouxe sofrimento, perdas e muitas incertezas.

Em meio a tudo isso, a pandemia e suas consequências nos possibilitam refletir e redescobrir também sobre o que é essencial em nossas vidas, o que nos traz valor, o que queremos ser, inclusive, como sociedade. Esta reflexão é bastante individual e levará a escolhas e caminhos distintos.

A Fundação Dom Cabral tem consciência do seu papel para a construção de alternativas que viabilizem ambientes de negócios prósperos para a promoção de desenvolvimento econômico e bem-estar social, buscando minimizar os impactos econômicos e sociais desse período desafiados. E, nos últimos meses, estivemos mobilizados, lado a lado com os nossos stakeholders, captando sinais desse novo mundo que chegou causando desconforto e muitos desafios.

Estivemos com parceiros, clientes, fornecedores, lideranças de todos os setores econômicos, gestores públicos de diferentes partes do Brasil. Queremos compreender e apoiar os movimentos necessários que as organizações precisam fazer para se adaptar aos novos tempos e capturar mais valor nesse período em que o mundo reaprende a viver.

Identificamos as principais dores e incertezas enfrentadas pelas organizações e lideranças. No momento em que empresas surgem e desaparecem na velocidade de propagação do coronavírus, as lideranças precisam de apoio para reconstruir suas empresas e rever seus modelos de negócios. A transformação digital é outro desafio estudado por nossas equipes e temos visto que certas organizações precisarão colocar em curso verdadeiras revoluções digitais para sobreviverem nesta realidade líquida. É preciso cuidar da governança para tomar novos riscos revelados pelo contexto atípico. Enfim, para cada um dos nove desafios que identificamos, a FDC adaptou e estruturou soluções educacionais, que podem ser feitas 100% online ou no modelo híbrido, dependendo dos protocolos de cada região do Brasil.

Não é a primeira vez que a FDC se mobiliza e coloca sua expertise para apoiar o Brasil em momentos desafiadores. No fim da década de 80, por exemplo, quando a indústria nacional encontrou os desafios da abertura econômica, a FDC co-criou o Centro de Tecnologia Empresarial (CTE), com empresas de grande porte que buscavam se capacitar para enfrentar a competição com as empresas e produtos internacionais. Alguns anos depois, em 1992, procurada por lideranças empresariais para estruturar a gestão e apoiar a interlocução com movimentos sindicais, a FDC criou o Paex, que se consolidou ao longo do tempo e se constitui como a maior rede de parceria entre empresas de médio porte do Brasil.

A história da FDC nos impõe a responsabilidade de colocar a expertise, o conhecimento, especialistas e professores da instituição junto dos executivos, executivas, gestores e gestoras públicas, que nos ultimos 44 anos construíram essa escola e ajudaram a levar o nome do Brasil para o mundo. Vamos, juntos, encontrar alternativas para superar este momento nos tornando melhores, mais fortes, criativos e resilientes para construir o ambiente de negócios que o nosso País precisa para evoluir e prosperar.

Antonio Batista da Silva Junior é Presidente Executivo da Fundação Dom Cabral


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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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