Resiliência corporativa: o que realmente um empresário deve saber sobre o assunto.

 

resiliência

Ultimamente temos visto repetidamente as pessoas utilizarem da expressão resiliência em vários contextos. Entretanto, como queremos apresentar de forma isenta, falemos da origem desta expressão: ela foi tomada da física e da psicologia. Da física, como a “propriedade de uma substância retornar à sua forma original, após sofrer forte pressão e/ou impactos físicos” e da psicologia, “a capacidade de um indivíduo de recuperar rapidamente sua normalidade após sofrer uma experiência ou evento de forte impacto emocional”.

Isso posto, devemos entender que resiliência corporativa é a capacidade de uma organização, processo ou atividade, recuperar-se após um evento que interrompa suas atividades e/ou afete seu funcionamento.

Quando uma empresa realiza um Planejamento Estratégico, avalia suas forças e fraquezas, oportunidades e ameaças. Fraquezas normalmente são vulnerabilidades, que geralmente podem ser mitigadas através do plano de ação específico. Ameaças, geralmente são externas e dificilmente podem ser gerenciadas.

Entretanto, o Planejamento Estratégico tem por objetivo a melhoria do desempenho corporativo, maximizando seu potencial de realização. É uma ferramenta de desenvolvimento e não de resposta.

E aqui cabe entender que no que tange a substâncias ou indivíduos, trata-se de uma característica própria. Em relação a organizações, podemos implementar esse diferencial competitivo através do planejamento de respostas e criação de estratégias específicas.

Isso é papel de um Plano de Contingência ou de um Plano de Continuidade de Negócios, que avaliam os principais processos de negócios de uma organização, definindo papéis específicos para cada colaborador, durante um evento que interrompa suas atividades.

Independendo do tamanho da sua empresa, a necessidade de se tornar resiliente está diretamente relacionada às suas atividades e requisitos de negócio: em se tratando de uma empresa do segmento financeiro, trata-se de uma obrigação.

Em se tratando de negócios cujo custo da interrupção seja muito elevado ou de um mercado de alta competitividade, isso pode significar a perda de um percentual significativo ou até mesmo a saída do negócio. Tudo depende do perfil do seu produto e/ou cliente.

O que importa é saber que atualmente pouquíssimas empresas nascem com essa característica
e que, em um mercado onde preço e qualidade são mandatórios, o diferencial competitivo de “disponibilidade” quando o cliente deseja adquirir seu produto ou serviço, pode ser a diferença fundamental entre prosperar (ou não) no seu negócio.

Fernando Marinho
FMARIN
www.fernandomarinho.com.br

 

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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