Riscos e Seguros: “cobertor curto”

riscos e seguros

Seguimos vivenciando tempos difíceis e turbulentos na economia nacional, com efeitos danosos para os empresários que sofrem as consequências de uma crise que reduz profundamente os rendimentos de suas empresas, coloca em risco a sua sobrevivência e ameaça empregos.

Geração de caixa e a produtividade são prioridade neste momento de incertezas e insegurança com relação aos mercados.

É comum neste ambiente, as empresas cancelarem seguros ou restringir coberturas de seguros juntamente com tantos outros cortes de custos, aumentando a exposição a riscos e agravando despesas em caso de sinistros.

Gerenciar riscos de forma responsável tem implicações diretas nos resultados e na sobrevivência das empresas, inclusive junto aos seus clientes e fornecedores. Não podemos esquecer que a possibilidade de realização do risco nunca é nula, dado a sua característica ou estado do que pode acontecer; aquilo que é possível, que ocorre de maneira inesperada. A probabilidade, por sua vez, pode ser baixa, média ou alta em função da exposição aos riscos. Alguns segmentos empresariais tem maior exposição em função da natureza de suas atividades.

As recentes catástrofes, impõem aos gestores maior rigor no gerenciamento de riscos, tratando-os de forma a eliminá-los, controlá-los ou transferi-los.

Ao decidir pela transferência de riscos na forma de contratação de seguros, deve-se buscar a plena cobertura inerente às atividades desenvolvidas pela empresa.
Uma apólice de seguro, abrangente e baseada em dados cuidadosamente analisados e construídos precisa existir.
Precisa trazer a segurança de que, numa eventualidade, a empresa estará coberta dos prejuízos sofridos.

Seguro não é “commodity”, um produto que possa ser avaliado fisicamente. Estamos lidando com um “contrato” com condições expressas de coberturas e restrições, direitos e deveres e diferenciações significativas de seguradora para seguradora.

Cancelar seguros e restringir coberturas não é melhor caminho para reduzir despesas, tampouco negligenciar as negociações.

Ao negociar o contrato de seguro, se faz necessário total envolvimento com o processo, analisando e negociando as condições para que o alcance pretendido seja alcançado com êxito.

Cabe ao profissional de seguros (Corretor de Seguros) promover com eficiência o processo de colocação dos riscos no mercado com a diligência que lhe é delegada pelos clientes buscando atender as suas necessidades.

Sérgio Frade
Presidente da Solutions Gestão de Seguros
www.solutionsbrasil.com.br

 

 

 

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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