“Uberização” : presente e futuro dos negócios

 

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 Como você deve imaginar, o termo “uberização” vem do Uber, o polêmico aplicativo que está provocando alvoroço no mercado de táxi. A plataforma não representa uma revolução apenas no seu mercado de atuação, mas em todo o modo de fazer negócios.

Uberizar virou significado de alterar a forma como os intermediários gerenciam seus negócios. Empresas inovadoras utilizam a tecnologia para colocar consumidores e fornecedores em contato direto. Neste sistema, os intermediários não atuam diretamente no processo. A única função deles é garantir que aqueles que procuram um serviço possam encontrar pessoas dispostas a atender essa demanda.

É assim que funciona o Uber. O app identifica motoristas particulares que estão próximos do usuário que precisa de transporte. O mesmo acontece com o Airbnb, que une pessoas à procura de hospedagem com outras que têm um imóvel para oferecer. Essa fórmula se repete – com sucesso – em várias outras áreas, desde gastronomia até educação: basta ter pessoas que procurem por algo e outras dispostas a oferece-lo.

Mas por que esse novo modelo de negócio vem abalando as estruturas das empresas tradicionais? Primeiramente porque, de modo geral, as novas plataformas barateiam os custos. A retirada dos intermediários e o contato direto entre clientes e fornecedores, permite que o consumidor final pague menos pelo serviço desejado.

Outro grande benefício é a comodidade e segurança que a tecnologia garante. Com apenas alguns cliques você pode solicitar um motorista, alugar um apartamento ou fazer um curso on-line. Tudo sem grandes negociações, burocracias e outros entraves. Por meio de reviews e sistemas sofisticados de pagamento, as novas plataformas ainda oferecem segurança, diminuindo as chances de você se decepcionar com o serviço que adquiriu.

Braço da economia compartilhada, a uberização veio para ficar. Em uma época em que o acesso vale mais que o acúmulo, as empresas mudam seu foco para os indivíduos, garantindo facilidades e promovendo relações mais próximas entre as pessoas. Enquanto isso, alguns preferem nadar contra a corrente, protestar e resistir. Mas a tendência é que cada vez mais serviços sejam “uberizados”, e quem não entrar nessa onda deve ficar para trás.

Dirceu Minetto
CEO e fundador da Edumais,
www.edumais.com.br

 

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Gestor

Paulo de Vasconcellos Filho, 67 anos, atua como Consultor há 43 anos orientando processos de Planejamento Estratégico em 378 empresas de pequeno, médio e grande porte, que atuam nos mais diversos setores. Publicou seis livros sobre Planejamento Estratégico, sendo o primeiro em 1979 e o mais recente publicado pela Editora Campus, com o título “Construindo Estratégias para Vencer!”

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